• Mestre Arq.Urb Augusto Fonseca

Arch Hoje: Arch Dicas- Ferroviário na mobilidade urbana no Brasil


Fala pessoal, tudo certo com vocês??? Hoje é sexta feira e o Arch Hoje vai ter uma pegada mais teórica de novo, sabemos que vocês gostam pelos resultados e é muito importante para vocês se situarem no que está acontecendo por aí...


Hoje vamos falar sobre a mobilidade urbana aqui no nosso país, a maioria de nossas cidades cresceram de forma muito rápida e sem planejamento, coisa que afetou e muito o uso da da mesma no dia dia, tanto para quem está passeando à lazer, como para quem está indo e voltando de um cansativo dia de trabalho.

No caso dos transportes coletivos, as reclamações são muitas: superlotação, horários ruins, falta de conexão entre as linhas, má qualidade, preço da passagem, trânsito, vias esburacadas e por aí vai. Para transporte particular, a situação também não é das melhores: há muito trânsito, as vias não são boas e o preço do combustível é elevado.

Temos meios de fazer isso ficar melhor nas nossas cidades, como por exemplo incentivar o uso de transporte ferroviário, transporte tão eficaz que não à toa, foi o transporte que mais ajudou no desenvolvimento e crescimento de São Paulo e Minas Gerais, de onde vinham grande parte dos minérios e outros produtos.


Um grande número de rodovias e poucas ferrovias, sendo que essas últimas possuem um alto custo de implantação, ou seja, é mais barato implantar um quilômetro de rua do que um quilômetro de ferrovia.

O fato de incentivar o uso de transporte ferroviário vai muito além, como por exemplo, trens ou metrôs, quando comparados aos carros, motos e ônibus, sofrem menos atrasos, menos acidentes e emitem menos gás carbônico (36 vezes menos que um carro), além de ajudar a diminuir o trânsito.

Enquanto um ônibus transporta poucas pessoas e um carro menos pessoas ainda, o metrô pode suportar um número muito mais elevado, fazendo com que a locomoção das pessoas pela cidade seja mais dinâmica.

Algumas cidades europeias possuem mais quilômetros de linha de metrô que o Brasil inteiro – por aqui, as linhas totalizam 306,2 km de extensão, um número muito baixo para o tamanho do seu território. Contando com os trens metropolitanos e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), o total é de 1090,6 km de linha ferroviária no país. Embora o custo de implantação de linhas ferroviárias seja elevado.

São números impressionantes quando se comparado com o nosso tamanho, tudo indica que o Brasil ainda está bem distante de ser um exemplo nesse quesito, mas nós arquitetos e urbanistas podemos apresentar projetos para melhoria nesse setor, fazendo com que a vida fique com maior qualidade em nossas cidades.

Bom fim de semana a todos e se você não leu a matéria onde falamos o que o arquiteto Cristian Portzamparc falou sobre a arquitetura aqui no Brasil, seria um complemento muito legal para a matéria de hoje, clique AQUI e confiram!!!

Equipe Arch Search


 

 

 

 

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